No dia 21 de setembro de 2009, resolvi arregaçar as mangas e começar a colocar na telinha minhas histórias de viagem.
A idéia do blog surgiu dos amigos; a inspiração para que ele hoje exista, dos meus pais. Desde criança, sempre os observei em seu esforço diário pela manutenção da casa, dos investimentos para a melhor educação que fosse possível para nós três, os filhos, e a recompensa do ano inteiro de muito empenho que se dava nas férias de dezembro e janeiro, meses em que viajávamos em família.
Hoje eu me sinto muito feliz. Satisfeito e honrado com as 200 postagens que foram produzidas ao longo desse ano. Lisonjeado pelos milhares de visitantes que recebo mensalmente aqui, no Viajante Amador, em busca de informações para aproveitarem mais e melhor aquilo que eu amo fazer desde pequeno.
A primeira viagem "pós blog", Portugal e Espanha, rendeu muitos frutos. Só de Portugal foram, pelo menos, 25 posts. Depois vieram outras jornadas: Orlando, Rio de Janeiro, Estocolmo, Oslo, Helsnique, Tallin, Paris, entre outras.
Nesse tempo todo, surgiram vários colaboradores. Léo e Mariana, que iniciaram a série "Leitores pelo Mundo", que já nos mostrou a Itália do casal, o Marrocos de Cesar, as trilhas de Virgínia, o experimento monetário de Eduardo, a Eurodisney de Daniella, as "low cost" americanas de Alexandre e o Chile querido de Elizabeth. E nos bastidores, sempre presentes, atentos e dispostos a ajudar, estavam Cesar, Marcelo e Betuca. Quanta gente boa.
Para os próximos meses, as perspectivas são as melhores possíveis: mais Europa, mais cruzeiros e mais Estados Unidos. É só aguardar.
Agradeço pela audiência, pelo carinho, pelos comentários nos posts e pelas indicações aos familiares, amigos e vizinhos. Sem todos vocês, este blog não faria sentido.
Muito obrigado.
22.9.10
21.9.10
Aeroporto de Toulouse: uma escala mais que interessante
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| Aeroporto de Toulouse-Blagnac -TLS - maternidade das aeronaves da Airbus. Foto: Breno Beltrão. |
Eis que, aguardando o embarque, me dei conta de algo: o aeroporto de Toulouse-Blagnac é o portão de saída dos aviões da Airbus, empresa sediada naquela mesma cidade. Saquei minha lente de 70-300mm (o equivalente a um zoom ótico de 18x) e comecei a fotografar.
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| Estacionamento de aviões na sede da Airbus: aeronaves dos cinco continentes. |
Outro fato que agrega ainda mais interesse ao aeroporto, principalmente para os amantes da aviação, é a vitrine, em tempo real, de aviões de diversos modelos e tamanhos do fabricante europeu, além da possibilidade de se visualizar o mais que festejado A380:
Mas apesar de todo aquele vai-e-vém, o que eu achei mais legal de ver foi o modelo "Beluga":
O avião, que realmente lembra uma baleia beluga, tem sua estrutura aumentada para transportar enormes cargas e peças produzidas nos mais diversos locais que precisam chegar à linha de montagem em Toulouse. Estranhamente belo.
"PODE-SE VISITAR A FÁBRICA DA AIRBUS?"
A linha de produção propriamente dita, na sua inteireza, não. Mas a fábrica oferece opções de visitas guiadas para o A380 (com direito a passeio em um "mock-up" - uma fatia do avião - em tamanho real e tudo) e para o saudoso Concorde, de aproximadamente 90 minutos, por menos de 20 Euros. A reserva antecipada é obrigatória e pode ser feita através do site taxiway.fr.
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Sugestão de leitura: Honeymoon with my Brother
O que você faz quando sua noiva joga tudo pro alto praticamente quando a decoração, bufê e convidados estão a caminho do casamento?
"Continua e faz a cerimônia", foi o que um irmão aconselhou ao outro. "Seus amigos vão estar lá. O vinho vai estar lá. Por que deixar tudo ir para o lixo?"
E foi o que Franz fez. Teve um fim de semana de casamento completo, com direito a torneio de golfe na sexta-feira, um jantar de ensaio no sábado e até uma de cerimônia de casamento de mentirinha no domingo. Dos 150 convidados, 75 compareceram - todos da parte do noivo. A única coisa que faltou foi a noiva.
E Frank também resolveu levar o irmão, Kurt, na lua de mel na Costa Rica que já estava paga. Cancelaram a parte do champanhe e das rosas e ambos prometeram não deixar o assunto atrapalhar a farra.
Mas durante a viagem, algo mudou para Franz. Ele Percebeu que do turbilhão de emoções vividas naqueles últimos tempos poderia surtir um efeito positivo. Ele e o irmão finalmente tiveram a oportunidade de se conhecer, de falar sobre a vida, frustrações e medos. A amizade que surgiu a partir de uma fraternidade distante foi algo realmente gratificante.
E dessa forma, Kurt e Franz decidiram continuar com a história toda. Largaram os empregos, venderam as casas, doaram as roupas, jogaram fora os celulares e continuaram a "lua de mel" por dois anos e 53 países!
O resultado dessa experiência é o bestseller do New York Times "Honeymoon With My Brother" e objeto de matérias de jornais, TVs e revistas no mundo inteiro.
Da minha parte, acho isso tudo muito fantástico. Essas reviravoltas quase cinematográficas, que nos ensinam a lidar da melhor forma possível com as adversidades da vida sempre me emocionam. Melhor ainda quando tudo isso se transforma em viagem. :)
A obra, infelizmente, não está traduzida para o português e pode ser adquirida na Amazon.com. Mas pra quem ficou curioso sobre a jornada, no site deles há uma pequena seção falando sobre "Os verdadeiros perigos do Rio", em que o autor confessa como a cidade maravilhosa pode ser esplendidamente viciante.
Gostei. Pretendo comprar.
Abraços.
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"Continua e faz a cerimônia", foi o que um irmão aconselhou ao outro. "Seus amigos vão estar lá. O vinho vai estar lá. Por que deixar tudo ir para o lixo?"
E foi o que Franz fez. Teve um fim de semana de casamento completo, com direito a torneio de golfe na sexta-feira, um jantar de ensaio no sábado e até uma de cerimônia de casamento de mentirinha no domingo. Dos 150 convidados, 75 compareceram - todos da parte do noivo. A única coisa que faltou foi a noiva.
E Frank também resolveu levar o irmão, Kurt, na lua de mel na Costa Rica que já estava paga. Cancelaram a parte do champanhe e das rosas e ambos prometeram não deixar o assunto atrapalhar a farra.
Mas durante a viagem, algo mudou para Franz. Ele Percebeu que do turbilhão de emoções vividas naqueles últimos tempos poderia surtir um efeito positivo. Ele e o irmão finalmente tiveram a oportunidade de se conhecer, de falar sobre a vida, frustrações e medos. A amizade que surgiu a partir de uma fraternidade distante foi algo realmente gratificante.
E dessa forma, Kurt e Franz decidiram continuar com a história toda. Largaram os empregos, venderam as casas, doaram as roupas, jogaram fora os celulares e continuaram a "lua de mel" por dois anos e 53 países!
O resultado dessa experiência é o bestseller do New York Times "Honeymoon With My Brother" e objeto de matérias de jornais, TVs e revistas no mundo inteiro.
Da minha parte, acho isso tudo muito fantástico. Essas reviravoltas quase cinematográficas, que nos ensinam a lidar da melhor forma possível com as adversidades da vida sempre me emocionam. Melhor ainda quando tudo isso se transforma em viagem. :)
A obra, infelizmente, não está traduzida para o português e pode ser adquirida na Amazon.com. Mas pra quem ficou curioso sobre a jornada, no site deles há uma pequena seção falando sobre "Os verdadeiros perigos do Rio", em que o autor confessa como a cidade maravilhosa pode ser esplendidamente viciante.
Gostei. Pretendo comprar.
Abraços.
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20.9.10
3 coisas que você precisa saber antes de ir aos parques da Universal em Orlando
Eu já tive a oportunidade aqui, no Viajante Amador, de falar rapidamente sobre os dois parques da Universal em Orlando: Universal Studios e Islands of Adventures. É nesse último, inclusive, que foi inaugurado o Mundo de Harry Potter, um conjunto de atrações que, se tudo der certo, devo experimentar e contar pra vocês nos próximos meses.
Mas fazendo uma boa retrospectiva sobre os parques, cheguei à conclusão de que qualquer visitante precisa saber 3 coisas antes de embarcar nessa maravilhosa jornada:
1. Evite as multidões
| Fila da entrada do Ilhas de Aventura às onze da manhã de uma sexta-feira. |
Meu conselho: guarde a sexta-feira e o sábado para fazer as compras da viagem. São os dias mais cheios dos parques. Se você não tiver tanta coisa pra comprar, programe seu itinerário para que um desses dias seja reservado para descanso na piscina do hotel. No domingo, vá ao Epcot.
2. Podendo, compre o Express Plus
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| Porta-crachá (em inglês: lanyard) vendido nos parques: 5 dólares. |
Se você reservou um dia para cada um dos dois parques, o E. P. pode até ser dispensável. No entanto, se pretende fazer os dois num só dia (existe ingresso específico pra isso), aí o Express Plus é algo imprescindível.
O fura-fila pode ser comprado pela internet ou no próprio parque, nesse último caso se houver disponibilidade (às vezes acaba cedo).De uma forma ou de outra, é um pedaço de papel que você precisará exibir toda vez que for utilizar. O mais prático é carregá-lo dobradinho, dentro de um porta-crachá, deixando visível apenas o código de barras que será escaneado na entrada das atrações. Meu conselho: leve um porta-crachá de casa. O vendido nos parques custa cinco dólares e dificilmente você arrumará outro uso pra ele depois.
3. Bolsas e mochilas PEQUENAS
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| Guarda-volumes próximo à entrada de uma das atrações. Obrigatório em muitas atrações. |
O guarda-volumes é disponibilidade ao visitante de forma gratuita por 20 minutos além do tempo de espera da fila. Em outras palavras, se a fila pra rodar o brinquedo é de 30 minutos, o locker é gratuito por 50.
O inconveniente da coisa é que os armários são pequenos. Com pouco mais de um palmo de altura, cabem pequenas bolsas ou mini-mochilas. Meu conselho: seja razoável e leve bem pouca coisa aos parques. E se usar bermuda, opte por aquelas com bolsos laterais com zíper ou botões, pois é lá onde você guardará carteiras, celulares e câmeras digitais compactas sem que seja amassados/esmagados pelos cintos de segurança dos brinquedos. E leve um pedaço de papel e uma mini-caneta pra anotar o número do seu armário. Esquecer em qual deles suas coisas estão guardadas após as emoções de uma montanha russa são a coisa mais fácil do mundo. :)
Adotando esses três conselhos, seus momentos de diversão e alegria estarão garantidos dentro dos parques!
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19.9.10
Fortaleza-Recife-Madri pela Iberia a partir de fevereiro de 2011: boas novas para os viajantes nordestinos
Atualização: mal começou, o voo foi cancelado pouco tempo depois. :(
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18.9.10
Rio de Janeiro "off Beach": Fortaleza de Santa Cruz da Barra
Uma boa dica de programação para quem está a passeio pelo Rio de Janeiro é conhecer a Fortaleza de Santa Cruz da Barra.
A fortificação, herança do domínio de Nicolas Durand de Villegaignon em terras brasileiras, teve seus primeiros alicerces compostos por dois canhões e uma edificação simples que datam de 1555. Atualmente, o local é ocupado e guardado pela Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército e está aberta a visitação de terça a domingo, das 10 às 17 horas.
Vamos conhecê-la?
A fortificação, herança do domínio de Nicolas Durand de Villegaignon em terras brasileiras, teve seus primeiros alicerces compostos por dois canhões e uma edificação simples que datam de 1555. Atualmente, o local é ocupado e guardado pela Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército e está aberta a visitação de terça a domingo, das 10 às 17 horas.
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16.9.10
Leitores pelo Mundo: O Chile querido de Elizabeth - Dia 01 (Centro)
Texto e fotos: Beth Cunha Lima
No primeiro de dia de roteiro por Santiago e arredores, Beth nos fala sobre o centro da capital chilena e seus atrativos turísticos. Será um dia de bons passeios e longas caminhadas e a noite promete um bom brinde de "pisco sour" no bairro de Providencia.
Vamos lá?
Vamos lá?
15.9.10
Leitores pelo Mundo: O Chile querido de Elizabeth - generalidades
Texto e fotos: Beth Cunha Lima
É com muita saudade e alegria que venho escrever sobre meu Chile querido. Será difícil me manter imparcial, já que mencionar cada passeio, relembrar cada lugar visitado e rever cada foto tirada me remete aos bons momentos que passei ali (e isto, nem o terremoto de fevereiro deste ano pôde atrapalhar).
Não foi tarefa fácil tentar resumir uma viagem a este país incrível e de paisagens tão variadas em apenas 3 ou 4 dias, mas sei que esta é a média da duração das viagens de brasileiros ao Chile.
Infelizmente não tenho experiência para falar a respeito de destinos tão procurados, como as opostas regiões dos Lagos (Sul do país) e do Deserto do Atacama (ao norte), pois em minhas visitas ao Chile me detive na Região Metropolitana (Santiago) e V Região (Valparaíso e Viña del Mar). Ao menos por enquanto ;)
Então vamos lá, comecemos nosso passeio.
Não foi tarefa fácil tentar resumir uma viagem a este país incrível e de paisagens tão variadas em apenas 3 ou 4 dias, mas sei que esta é a média da duração das viagens de brasileiros ao Chile.
Infelizmente não tenho experiência para falar a respeito de destinos tão procurados, como as opostas regiões dos Lagos (Sul do país) e do Deserto do Atacama (ao norte), pois em minhas visitas ao Chile me detive na Região Metropolitana (Santiago) e V Região (Valparaíso e Viña del Mar). Ao menos por enquanto ;)
Então vamos lá, comecemos nosso passeio.
Leitores pelo Mundo: O Chile querido de Elizabeth
O "Leitores pelo Mundo" de hoje passa a receber a colaboração mais que especial de Elizabeth Cunha Lima.
Elizabeth (ou Beth, como a chamaremos), após uma primeira viagem pelo Mercosul, foi tomada por uma paixão avassaladora pelos nossos países vizinhos e, em especial, pelo seu idioma.
Dedicou-se arduamente ao aprendizado da língua espanhola e investiu em ver - e se ver - nas diferenças e semelhanças de nós, povos do cone sul.
Foi ao Chile e se encantou por sua capital Santiago e as vizinhas Valparaíso e Viña del Mar. Voltou novamente àquele país. E de novo. E de novo. E o encanto não ficou restrito apenas à história, à geografia e aos costumes de sua população. Terminou ela por se apaixonar por "um" dos representantes daquele povo, de nome Roberto, que agora com ela vive em Recife.
E Beth resolveu expor sua paixão aqui no nosso blog, em uma série de posts sobre o Chile, Santiago, Valparaíso e Viña del Mar. Tudo mastigadinho, pronto para ser degustado por nós, turistas, com a certeza de que todas as linhas refletem o carinho de quem nos convida em casa pra nos apresentar ao seu novo grande amor.
Nos posts seguintes, convido vocês a sentarem e embarcarem de corpo e alma nessa fantástica viagem ao Chile narrada pelos olhos de uma brasileira.
Até já!
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Elizabeth (ou Beth, como a chamaremos), após uma primeira viagem pelo Mercosul, foi tomada por uma paixão avassaladora pelos nossos países vizinhos e, em especial, pelo seu idioma.
Dedicou-se arduamente ao aprendizado da língua espanhola e investiu em ver - e se ver - nas diferenças e semelhanças de nós, povos do cone sul.
Foi ao Chile e se encantou por sua capital Santiago e as vizinhas Valparaíso e Viña del Mar. Voltou novamente àquele país. E de novo. E de novo. E o encanto não ficou restrito apenas à história, à geografia e aos costumes de sua população. Terminou ela por se apaixonar por "um" dos representantes daquele povo, de nome Roberto, que agora com ela vive em Recife.
E Beth resolveu expor sua paixão aqui no nosso blog, em uma série de posts sobre o Chile, Santiago, Valparaíso e Viña del Mar. Tudo mastigadinho, pronto para ser degustado por nós, turistas, com a certeza de que todas as linhas refletem o carinho de quem nos convida em casa pra nos apresentar ao seu novo grande amor.
Nos posts seguintes, convido vocês a sentarem e embarcarem de corpo e alma nessa fantástica viagem ao Chile narrada pelos olhos de uma brasileira.
Até já!
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14.9.10
Churrasco brasileiro em Portugal? Tem, sim senhor!
Já há algum tempo, eu estava querendo falar sobre esse assunto aqui no V. A.
Eu não sou um fã de carteirinha de churrascarias. No entanto, vez por outra (na verdade, muito raramente), visito alguma para saborear o nosso velho e conhecido churrascão brasileiro.
Como vocês puderam acompanhar aqui no blog, no fim de 2009 e começo de 2010, passei quase 20 dias rodando por Portugal e pela Galícia, na Espanha. E depois de tanto tempo, sempre bate uma saudade de casa e, também, daqueles sabores e temperos que nos remetem à sensação de estar de volta ao conforto do lar.
Pois bem. Estava eu já no último dia de viagem. Pra falar a verdade, já estava voltando. Tinha feito o traumático voo La Coruña-Lisboa e teria que esperar cerca de oito horas para fazer o Lisboa-Recife. Mesmo com o mundo desabando em água, resolvi não esperar esse tempão no aeroporto e saí para passear pelo Parque das Nações.
Ao concluir minha visita ao lindo Oceanário de Lisboa, bateu aquela fome. Eis que vi uma placa: "Chimarrão". Resolvi conferir.
Era uma churrascaria em estilo brasileiro (gaúcho, na verdade), com duas opções de bufê e rodízio.
Fiquei com o rodízio e, confesso, não me arrependi. Não que eu tenha comido as melhores carnes do mundo, coisa que acredito achar apenas aqui no Brasil (não gosto do corte que fazem na Argentina, apesar de toda a fama da carne de lá). No entanto, a sensação não estar mais comendo frutos do mar ou bacalhau, e sim um bom feijão preto com arroz, picanha, linguiça, entre outras opções, tudo isso me remeteu de volta ao país e de um modo bem positivo. Valeu demais a pena. E o preço foi bastante honesto: 15 Euros o rodízio.
Recomendo.
A rede Chimarrão tem restaurantes em diversos locais de Portugal. Para saber onde, consulte o site deles. Mas tenha um pouco de paciência, pois a navegabilidade da página não é das melhores.
Se você já teve a oportunidade de comer um bom churrasco em Portugal, conte aqui pra gente, nos comentários, como foi sua experiência.
E para finalizar, gostaria de ressaltar que este NÃO foi um post pago ou patrocinado. Tratou-se, mais uma vez, de um relato de uma experiência pessoal.
Abraço!
Portugal no Viajante Amador:
Destino: Portugal. Como chegar lá?
Destino: Portugal. Circulando em Portugal.
Destino: Portugal. Comunicando-se em Portugal.
A glicofilia lusitana
Churrasco brasileiro em Portugal? Tem, sim senhor!
Destino: Lisboa - Vou de táxi...
Destino: Lisboa (como perambular pela cidade)
Destino: Lisboa - Roteiro para 3 dias. Dia 01.
Destino: Lisboa - Roteiro para 3 dias. Dia 02: Belém.
Destino: Lisboa - Roteiro para 3 dias. Dia 03 (Parque das Nações).
Que tal um passeio noturno por Lisboa?
Destino: Sintra, Portugal
Destino: Tomar, Portugal
Tomar: roteiro para 1 dia - primeira parte
Tomar: roteiro para 1 dia - segunda parte
Destino: Portalegre (Alentejo, Portugal)
Leitores pelo Mundo: A Portugal de Nilma Guerra: Ilha da Madeira
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Eu não sou um fã de carteirinha de churrascarias. No entanto, vez por outra (na verdade, muito raramente), visito alguma para saborear o nosso velho e conhecido churrascão brasileiro.
Como vocês puderam acompanhar aqui no blog, no fim de 2009 e começo de 2010, passei quase 20 dias rodando por Portugal e pela Galícia, na Espanha. E depois de tanto tempo, sempre bate uma saudade de casa e, também, daqueles sabores e temperos que nos remetem à sensação de estar de volta ao conforto do lar.
Pois bem. Estava eu já no último dia de viagem. Pra falar a verdade, já estava voltando. Tinha feito o traumático voo La Coruña-Lisboa e teria que esperar cerca de oito horas para fazer o Lisboa-Recife. Mesmo com o mundo desabando em água, resolvi não esperar esse tempão no aeroporto e saí para passear pelo Parque das Nações.
Ao concluir minha visita ao lindo Oceanário de Lisboa, bateu aquela fome. Eis que vi uma placa: "Chimarrão". Resolvi conferir.
Era uma churrascaria em estilo brasileiro (gaúcho, na verdade), com duas opções de bufê e rodízio.
Fiquei com o rodízio e, confesso, não me arrependi. Não que eu tenha comido as melhores carnes do mundo, coisa que acredito achar apenas aqui no Brasil (não gosto do corte que fazem na Argentina, apesar de toda a fama da carne de lá). No entanto, a sensação não estar mais comendo frutos do mar ou bacalhau, e sim um bom feijão preto com arroz, picanha, linguiça, entre outras opções, tudo isso me remeteu de volta ao país e de um modo bem positivo. Valeu demais a pena. E o preço foi bastante honesto: 15 Euros o rodízio.
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A rede Chimarrão tem restaurantes em diversos locais de Portugal. Para saber onde, consulte o site deles. Mas tenha um pouco de paciência, pois a navegabilidade da página não é das melhores.
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E para finalizar, gostaria de ressaltar que este NÃO foi um post pago ou patrocinado. Tratou-se, mais uma vez, de um relato de uma experiência pessoal.
Abraço!
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Que tal um passeio noturno por Lisboa?
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